AGENTE DA POLÍCIA VIOLADA E ASSASSINADA NA MATOLA
Primeiro foi dado como desaparecida do convívio familiar e mais tarde chegou a confirmação que ninguém queria aceitar. Dércia, uma jovem agente da Polícia da República de Moçambique, finalmente foi a jovem da notícia de violação sexual e assassinato, veiculada por Miramar na segunda-feira.
Entre os moradores de Infulene pares o medo sobre as ocorrências que se multiplicam nas imediações do Estádio da Machava. As mulheres questionam quem será a próxima vítima. “Se um jovem com mínimo domínio das técnicas de defesa pessoal não conseguiu evitar a morte, imagine nós como outros que não sabemos lutar”, disse uma das moradoras que exigem o reforço do patrulhamento da polícia.
A Miramar contactou a Polícia da República de Moçambique, na Província de Maputo. A porta-voz não confirma se Dércia era agente da polícia, mas também não desmente. Contudo, certifique-se de que a polícia vai incrementar as suas ações para evitar a ocorrência de tais ocorrências.
Entre os homens e mulheres que ocupam a produção agrícola no recinto que de noite produz mortes nas primeiras horas do dia, mais do que reservados a verificar o crescimento das plantações são de vistoria, na esperança de não encontrar mais um corpo, corpo de uma mulher abusada e descartada com golpe final.

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