Padrasto se aproveita dela ate a m0rt3

 

Meu padrasto e assassino, foi condenado a 24 anos de prisão.


Para o meu azar e infelicidade, fui barbaramente violentada e assassinada pelo esposo da minha mãe, o meu padrasto, o homem que a minha mãe escolheu cegamente como esposo e decidiu trazer para viver em nossa casa após a morte do meu pai. Sou Lurdes Manico, aos meus 19 anos de idade, vi minha vida e sonhos irem por água abaixo após ter sido sexualmente agredida até a morte pelo meu próprio padrasto, o homem que era suposto me cuidar e proteger em todas as circunstâncias da vida. Meu padrasto, forçou-me a ter relações sexuais com ele na casa do meu falecido pai, ele usou toda força que tinha para me amarrar as mãos e a boca, usou a mesma força para me agredir fisicamente e tirar a roupa toda, para abrir as minhas pernas e introduzir seu órgão genital em minha vagina. Doeu-me muito ver o modo nojento como ele passou suas mãos sujas no meu peito, sentir o cheiro maldito do corpo dele junto do meu e, como se não bastasse, dói-me aceitar que já não estou entre os vivos por culpa dele, dói-me aceitar que dentro de pouco tempo serei enterrada. Por várias vezes tentei gritar para pedir ajuda, mas sem sucesso, tentei lutar e resistir, mas não tive sucesso, ele era forte e muito violento. Antes da minha morte, meu padrasto, em certas ocasiões, tirava proveito da ausência da minha mãe para visitar o meu quarto durante o dia e noite, por vezes, entrava no meu quarto sem nenhuma permissão para me encontrar semi-nua ou totalmente nua. Meu padrasto, era mesmo um psicopata, ele dificultava muito a minha vida, me controlava e cuidava de modo exagerado, tudo nele me deixava desconfortável e insegura; eu estava esse tempo todo lidando com um homem sem carácter e assassino em minha própria casa. Sinceramente, o esposo de minha mãe, não me inspirava nenhuma confiança, por isso nossas discussões e desentendimentos eram cada vez mais constantes. Meu Padrasto, estragou a minha vida, gerou dor e luto no seio da minha família. Sinto muito, não era para ter sido deste jeito.

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